terça-feira, 25 de junho de 2013

Hamilton: "Seria uma grande experiência ter Vettel como companheiro"


Sebastian Vettel e Lewis Hamilton, após a classificação do GP do Canadá (Sebastian Vettel e Lewis Hamilton, após a classificação do GP do Canadá (
Passados seis meses de sua nova fase na Mercedes, Lewis Hamilton mantém os olhos abertos em relação às oportunidades que podem surgir no futuro. Apesar de estar satisfeito na nova casa, o campeão de 2008 da F1 não descarta defender nenhuma outra escuderia em alguns anos, nem que seja para encarar o tricampeão Sebastian Vettel na Red Bull.

Em entrevista à revista “F1 Magazine”, o inglês declarou que não temeria dividir os boxes com o competidor germânico, e até previu que essa poderia ser uma “grande experiência” em sua carreira. “Eu aceitaria competir contra qualquer piloto, em qualquer lugar, a qualquer hora.

Seja quem for, isso não é uma preocupação para mim. Eu seria feliz tendo Sebastian como colega de time. Ele pilota um grande carro, portanto seria uma grande experiência”, afirmou.


O competidor de 28 anos também revelou que uma proposta para correr na Ferrari seria a que mais lhe balançaria para uma nova mudança, embora se especule que seu nome esteja atualmente vetado em Maranello, por conta de uma cláusula no contrato de Fernando Alonso que impede tanto sua chegada quanto a do próprio Vettel.

“No momento, eu não consigo me ver em nenhum outro lugar, porque estou muito contente onde estou. Agora, o que posso dizer é que, ao longo de minha carreira, a Ferrari sempre foi um dos times de ponta, então é sempre um desejo para qualquer piloto correr para eles. Por isso, se você tem uma chance, não importa quem seja ou que carro pilote, mas você olha para a Ferrari e pensa: ‘Nossa, isso é muito legal’. Mas, como eu falei, no momento eu estou feliz onde estou e espero que a Mercedes fique comigo por ainda mais tempo”, explicou.

Para Hamilton, nem mesmo um hipotético retorno à McLaren estaria fora de cogitação no andamento de sua presença na F1. “Voltar à McLaren? Eu jamais poderia descartar. É a equipe na qual eu cresci e que ainda tem um bom espaço em meu coração. As pessoas tentaram construir coisas negativas em volta disso, quando não havia nada disso. Há uma vibração muito boa entre nós. Portanto sim, quem sabe?”, fechou.

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